Recordo-me dos
contos de fada que eram lidos para mim na infância. A vida perfeita. O
“felizes” para sempre pareciam tão simples de se concretizarem.
Cresci aprendi a
gostar de rock e descobri que o feliz para sempre nem sempre é para sempre.
O mundo dos
adultos que parecia tão fascinante hoje me causa medo. A infância era tão
segura.
Benefícios e
malefícios pesados em uma balança que nunca se equilibra. Ora pende para um
lado, ora para outro.
Caímos. Levantamos.
Erramos. Aprendemos.
Somos pessoas
fantásticas, pois mesmo feridas nos mantemos em pé. Mesmo que me tirem o chão
continuarei a caminhar, passo a passo.
Caso a lâmpada
queime, com uma vela seguirei iluminando meu caminho.
Mesmo que o
caminhar seja solitário não pararei. Por que as pessoas são fantásticas mesmo
que vida tente nos derrubar continuamos, mesmo que rastejando.
Que os fatos da
vida da gente nos permitam mostrar a quão gente somos. Tempestades e brisas
todas passageiras da vida da gente.

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