13 de setembro de 2011

No aconchego dos braços do bem querer.


Aninhar-se nos braços que te envolvem enchendo a alma de tranqüilidade. Nada há de se querer nada a mais que isso.
Os problemas se dissolvem no ar, sumindo como as bolhas de sabão que ao bailar um pouco cansam de brincar e aos pouquinhos dissipam-se restando apenas a lembrança das bolhas pelo ar a deslizar.
Assim como a bolha de sabão, em uma rápida apresentação aos nossos olhos, um momento mágico se eterniza em imagens que guardadas em nossa mente ficarão.
É no aconchego dos braços do bem querer que se descobre o bem querer.
Muito mais do que uma simples opção entre bem querer ou mal querer.
Aconchegar a alma em um manto de silêncio.
Os pensamentos que voam.
Voam e no final se aconchegam nos braços do bem querer.
Há de se querer algo mais?
Nas coisas simples da vida, do viver, do cotidiano, é encontram-se as verdadeiras preciosidades do viver.
Como diz a canção: viver e não ter a vergonha de ser feliz!


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