A brisa que bate na cara traz a lembrança das
pessoas queridas que estejam do outro lado da lagoa.
As ondas que quebram na parede de pedra são as
mesmas que do outro lado, na areia branca, chegam mansas.
Fixar o olhar no vai e vem das ondas e deixar
o vento brincar a vontade com os cabelos desarrumados, um momento de paz, o
silêncio das águas impera celestial.
Antigo e moderno se contrastam no horizonte.
Medos e coragens lado a lado,
lavam a alma, desprendem do corpo os pesos fugazes. Sutis recordações. Lembranças
passageiras passam em um trailer veloz pelo consciente.
O barco ancorado à espera dos tripulantes, no
balanço das ondas se embala.
As gaivotas que cortam o azul do céu voam
rentes ao sol que reflete na água.
As lembranças passageiras sutis partem sem
pedir licença e nem se despedem.

Olá Colega!
ResponderExcluirComo cada viagem rende diversas reflexões não é mesmo? Precisamos viajar mais, conhecer mais, ler mais, escrever mais...
Muito bom teu texto! Continues assim. :)