21 de julho de 2011

Ali...


 Com o olhar perdido entre as infinitas estrelas do universo. Por entre as constelações se põem a viajar.
Retorna ao tempo em que problema era não ter número suficiente de integrantes para o esconde-esconde. Afinal quanto mais gente, mais divertido seria.
Doença era ralar o joelho de tal modo a não ser “liberado” para a próxima brincadeira.
 Regras eram para ser modificadas a cada instante. Conforme o interesse. O qual sempre era que tudo ficasse mais engraçado, envolvente.
Medo era de não ter idéias de algo legal para fazer em uma tarde de chuva.
Punição era cada um ir para sua casa. Naquele dia a brincadeira estava encerrada.
Mas logo ali, amanhã a brincadeira recomeçava...
E já dizia a canção...
E ali logo em frente
A esperar pela gente
O futuro está...”
Curioso não?!
De fato, ali na frente o futuro está. Ali, bem pertinho.
E ele volta o olhar para o chão... Ali... Bem ali... O futuro está!
“E o futuro é uma astronave
Que tentamos pilotar
Não tem tempo, nem piedade
Nem tem hora de chegar
Sem pedir licença
Muda a nossa vida
E depois convida
A rir ou chorar...
Nessa estrada não nos cabe
Conhecer ou ver o que virá
O fim dela ninguém sabe
Bem ao certo onde vai dar
Vamos todos
Numa linda passarela
De uma aquarela
Que um dia enfim
Descolorirá... ”(Aquarela-Toquinho).


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