Olhos nos olhos
Silêncio que paira no ar
A serenidade reina
Já não assusta mais o olhar que me fita
O silêncio tanto a dizer
Os olhos nos olhos
Os corpos não precisam se tocar
O desafio é desvendar o que os olhos dizem
Ou simplesmente deixar-se encantar
O silêncio torna-se aconchego
Há momento em que palavras não são necessárias
A vontade de aproximar-se mais daqueles olhos converge
estonteante
Dizem os poetas que são os olhos a janela para a alma
Talvez o sejam
Talvez
Não se preocupe em comprovar teorias, muito menos poesias
Permita-se compartilhar do silêncio e aconchegar-se naquele
olhar

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