5 de agosto de 2011

De ponto em ponto . . .


 A tricoteira vai tecendo o cachecol...
De ponto em ponto. Um ponto pra cá. Um ponto pra lá.
Por um descuido um ponto cai.
Ai! E agora?
Não há de ser nada!
Com cuidado pesca o ponto de volta com a agulha para a agulha. De maneira habilidosa, com a confiança de uma cozinheira a temperar o prato principal.
O tricotar se compara ao viver.
De tentativa em tentativa.
De erro em erro.
De acerto em acerto.
Vais se aprendendo a viver.
Assim como o tricotar, o viver, se aprimora com a experiência, com o tempo,  com a maturidade, com a prática.
Somos eternos aprendizes.
Já diziam os grandes Erasmo Carlos e Roberto Carlos:
“Quem espera que a vida
Seja feita de ilusão
Pode até ficar maluco
Ou viver na solidão
É preciso ter cuidado
Prá mais tarde não sofrer
É preciso saber viver...
Toda pedra no caminho
Você pode retirar
Numa flor que tem espinhos
Você pode se arranhar
Se o bem e o mau existem
Você pode escolher
É preciso saber viver...
É preciso saber viver!
É preciso saber viver!
É preciso saber viver!
Saber viver!...”

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